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As Metamorfoses (Ovídio, trad. Bocage, comentários de Rafael Falcón)

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Bocage já foi considerado por alguns o maior poeta da língua portuguesa. Ovídio, a quem ele traduz nesta seleção, se encontra em posição semelhante, seu nome nunca estando ausente das listas de “autores essenciais” da literatura antiga.

As Metamorfoses são o projeto mais ambicioso de Ovídio: um poema épico em quinze cantos, que narra a maior parte dos mitos greco-romanos de alguma importância.

Talvez já bastasse editar o livro bilíngüe, com Bocage e Ovídio lado a lado e valiosas ilustrações mitológicas de grandes pintores. Fizemos tudo isso; mas não queremos uma publicação de tal monta parada nas estantes, ininteligível e desvalorizada, como aconteceu com tantos clássicos no Brasil. Sonhamos que Ovídio e Bocage serão os mestres literários de uma geração. Para esse fim, oferecemos também neste volume: 1) extensos comentários que esclarecem obscuridades, figuras de linguagem, referências e detalhes de estilo, 2) um glossário ao final do livro, 3) um parágrafo-resumo em prosa antes de cada mito e 4) uma introdução que sugere como tirar o máximo da obra.

Esta publicação interessará aos amantes da literatura, mas sobretudo aos autodidatas, pais e professores em geral, que andam à procura de bom material para a instrução literária. Encontrarão aqui um clássico, que é clássico duas vezes, no original e na tradução, e cuja edição foi preparada especialmente para os que querem estudar e aprender.

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A Educação do Orador: Tradução anotada do livro II da Institutio Oratoria, de Quintiliano

educacao-do-oradorA “Institutio Oratoria”, de Quintiliano, é uma obra significativa para os Estudos Clássicos, devido, por exemplo, à relevância e extensão das discussões retóricas nela promovidas. Dentre os doze livros que constituem a “Institutio”, o livro II tem a especificidade de ser intermediário entre a técnica pedagógica e a teoria retórica. Fornece exercícios (“progymnasmata”) próprios do professor de retórica (“rhetor”) e discute princípios teóricos que nortearão a obra inteira. Nosso propósito neste trabalho foi realizar uma tradução acadêmica, com notas que tornassem viável a leitura crítica e a compreensão aprofundada da obra.

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A Ascensão das Universidades (C. H. Haskins, prefácio de Rafael Falcón)

“A raiz das universidades sempre foi, ao que tudo indica, um professor. Alguém se destacava no ensino de uma disciplina, e eis que a ele acorriam alunos de toda parte, seja para matar a curiosidade ou para obter desempenho superior em alguma profissão nobre (como advocacia, medicina ou teologia). Não fique o leitor espantado se isso lembrá-lo dos antigos sofistas, do próprio Sócrates ou do filósofo Pedro Abelardo, falecido pouco antes do surgimento da Universidade de Paris. De fato, parece ser essa uma lei universal do empreendimento pedagógico: o professor é a pessoa mais importante, aquela que determina o sucesso e o fracasso das escolas e faculdades e, em última instância, do aprimoramento cultural de todo o mundo.”
(excerto do prefácio de Rafael Falcón)

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A origem e a natureza das primeiras universidades do Ocidente é o assunto desta famosa série de palestras proferida em 1923 pelo historiador americano Charles Homer Haskins, e traduzida pela primeira vez no Brasil.

Num estilo vibrante e entusiasmado, o autor explica como surgiram as instituições universitárias, além de pintar um retrato vivo do cotidiano dos alunos e professores de cidades como Paris, Oxford e Bolonha.

“A ascensão das universidades” é um livro que ilumina o conhecimento do público brasileiro sobre a Idade Média, época de importantes realizações culturais e intelectuais, mas que permanece inadequadamente associada ao obscurantismo na imaginação popular.